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Emprego e Renda

O Rio Grande do Sul é o quinto estado em número de empregados formais

Na primeira metade desta década, o Brasil vinha experimentando taxas anuais positivas de crescimento do número de empregados formais, que variaram entre 1,27 e 5,09%, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério da Economia. A partir de 2015, o país passa a possuir taxas negativas, com um acumulado, entre 2014 e 2018, de -5,93%. Nessa diminuição do número de empregados formais, observa-se um eixo, do Maranhão a Santa Catarina, passando pela região central do país, com alta participação do agronegócio, que foi menos impactado pela crise econômica, sofrendo menores perdas.       

O Rio Grande do Sul acompanhou as variações nacionais, acumulando perda de empregos formais, entre 2014 e 2018, de -6,71%. Semelhantemente ao Brasil, as regiões mais industrializadas sofreram maiores perdas percentuais, destacando-se os COREDEs Metropolitano-Delta do Jacuí, Paranhana-Encosta da Serra, Sul, Serra e Vale do Rio dos Sinos.

Em relação à remuneração do emprego formal em 2018, observa-se que os estados do Nordeste detiveram menores valores, destacando-se positivamente os estados mais industrializados e outros, como Amapá, Roraima e Acre. O Rio Grande do Sul deteve o sétimo maior valor. A tendência de maiores remunerações ligadas aos segmentos industriais pode ser observada nos municípios do estado, onde se destacam Triunfo, Porto Alegre e Eldorado do Sul.

No que se refere à renda per capita média, os dados se referem ao último censo, e o Rio Grande detinha o quinto maior valor entre os estados. Entre seus municípios, destaca-se um eixo entre Porto Alegre e Passo Fundo que possui médias superiores às estaduais.  

Evolução do pessoal empregado no Rio Grande do Sul 2010-2018 (nº de pessoas)
graf evolucao pessoal empregado 2010 2018

Fonte: Ministério da Economia/RAIS

Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul